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Dia Global do Jovem Adventista

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sexta-feira, 29 de agosto de 2014

29º CORRIDA DUQUE DE CAXIAS - JACOBINA-BA, A IASD SERRINHA TERÁ REPRESENTANTES MAIS UMA VEZ.

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Acontece no domingo dia 31 de agosto de 2014, na cidade de Jacobina-BA a 29º corrida Duque de Caxias, onde terá pela segunda vez juntos, participando dessa festa, os atletas Adriano Ferreira de Santana e Franklin Andrei, que irão com a missão de melhorar seus tempos pessoais na distância de 10km e representar a Igreja Adventista do Sétimo Dia de Serrinha-BA.
(Imagem a cima)
Na cidade de Jacobina-BA no ano de 2013, aconteceu a 28º corrida Duque de Caxias onde teve pela primeira vez a participação do Irmão Franklin Andrei, ao lado de Adriano Ferreira de Santana em sua quinta participação.

Como era esperado devido aos treinos realizados, ambos melhoraram suas marcas nesta competição, onde conquistaram no ano de 2014 na 29º CORRIDA DUQUE DE CAXIAS os seguintes tempos e classificação:

FRANKLIN ANDREI PEREIRA 00:50:54 classificação etária = 32º
ADRIANO FERREIRA DE SANTANA 00:44:31 classificação etária = 8º


                                                                             (Foto Noelma C. Miranda)
  Em confraternização com os amigos Conterrâneos amantes do esporte, no estádio aguardando a divulgação das classificações.
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sexta-feira, 18 de julho de 2014

SuperMissão em Salvador-BA

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A Igreja Adventista do Sétimo Dia de Serrinha, teve seus bravos guerreiros representantes nesse mega evento, a SuperMissão em Salvador-BA.

A #SuperMissão é mais que uma campal, um congresso ou um projeto social. A SuperMissão não é um show gospel, evento de celebridades, hora social ou programa de entretenimento para os curiosos irem dar uma olhada se gostam das músicas e dos oradores, mas sim, um movimento de compaixão pela comunidade que transformará os jovens no sermão mais poderoso que Salvador já ouviu.
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segunda-feira, 29 de outubro de 2012

A Queda de Lúcifer

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-Você pode ler a história completa de Lúcifer em Isaías 14 ; Ezequiel 28:13-19; e Apocalipse 12:4-12.
Por que Lúcifer se rebelou tornando-se o diabo? Ele cria que poderia se tornar Deus, assentar-se em Seu trono, a despeito do fato de que foi Cristo que o criou (ver João 1:3) e deu-lhe tudo, incluindo a liberdade de escolha e a posição de querubim chefe junto ao trono (Ezeq. 28:14 e 15) e, portanto, possuía grande autoridade.
Lúcifer era o ser criado mais exaltado no Universo. Ele deveria sentir gratidão e saber que Aquele que o criou era o Criador e não o ser criado. A criatura nunca poderá se tornar o criador. No entanto, foi isso o que Satanás buscou ser. O orgulho é cego. Assim, o pecado, que é rebelião contra Deus, teve suas raízes na exaltação pessoal e dependência de si mesmo. Lúcifer sabia que dependia de Cristo para sua vida (ver Sal. 36:9), no entanto sempre enfatizava o “eu”, em atitude de independência (a idéia aparece cinco vezes em Isa. 14:13 e 14).
A rebelião de Lúcifer não foi pública de início. Começou em sua mente. É aí onde iniciam todos os pecados. O pecado não é apenas o ato exterior, é o pensamento interior. Lúcifer se tornou Satanás na mente. Ele ponderou a respeito da posição ocupada por Cristo e passou a invejá-Lo. Queria tomar o trono dAquele que recebera o trono e passou a odiá-Lo. O ódio contra alguém é assassinato (ver I João 3:15), e é por isso que Deus o chamou de assassino e mentiroso desde o início (ver João 8:44). A inveja e o ódio de Satanás por Cristo levaram-no a lançar uma campanha de desinformação contra Ele entre os anjos (ver Apoc. 12:10).
As Escrituras dizem a respeito de Satanás: “Você era inculpável em seus caminhos desde o dia em que foi criado até que se achou maldade em você” (Ezeq. 28:15 e 16). A palavra hebraica para “maldade” é rekullah, que significa “comércio” ou “negócio”. Como salientou Richard Davidson: “comércio propagado” referindo-se a bens ou à maledicência. Aqui Satanás propagou a maledicência entre os anjos a respeito de Deus. A controvérsia cósmica se propagou com a maledicência, caluniando como injusto o caráter de Deus.
Satanás, de forma silenciosa e sediciosa, invadiu a paz e a alegria do Céu com o egoísmo. “Ele foi homicida desde o princípio e não se apegou à verdade, pois não há verdade nele. Quando mente, fala a sua própria língua, pois é mentiroso e pai da mentira” (João 8:44). Satanás reivindicou ser a melhor opção para governar o Céu. Sua influência permeou o paraíso como o câncer. Um terço dos anjos sucumbiram a seus enganos e lançaram sua sorte com ele (ver Apoc. 12:4).
Tristemente são proferidas as palavras: “Como você caiu dos Céus, ó estrela da manhã, filho da alvorada! Como foi atirado à Terra, você, que derrubava as nações! Você, que dizia no seu coração: Subirei aos Céus; erguerei o meu trono acima das estrelas de Deus; eu me assentarei no monte da assembléia, no ponto mais elevado do monte santo. Subirei mais alto que as mais altas nuvens; serei como o Altíssimo” (Isa. 14:12-14). Satanás queria assumir o lugar de Cristo. Desejava ser igual a Ele na posição, não no caráter. Seu desejo de poder era movido por motivos egoístas. Queria ser Deus. Não surpreende que tenha instado Cristo, no deserto, a prostar-Se e adorá-lo! (Ver Mat. 4:8 e 9).
Satanás, o príncipe deste mundo
Depois que foi expulso do Céu, Satanás colocou seu foco no planeta Terra com o fim de levar a raça humana a se rebelar contra Deus (ver Gên. 3:1-5). Satanás sabia que Deus havia dado a todas as criaturas, angelicais e humanas, a liberdade de escolha.
Foi o mau uso dessa liberdade que levou Lúcifer e seus anjos a se rebelarem e agora ele empregaria a mesma técnica com nossos primeiros pais. Adão e Eva, feitos à imagem de Deus (ver Gên. 1:26 e 27), eram seres livres. Podiam conversar com Deus, e Deus esperava que servissem e obedecessem voluntariamente e por amor. Novamente o mau uso da liberdade por parte de Adão e Eva levou-os e a toda a humanidade a serem escravos do pecado e de Satanás. Deus sabia que a liberdade era um risco, mas valia a pena correr esse terrível risco visto que no fim da história todos os seres criados escolherão livremente seguir a Cristo para sempre.
Deus advertiu Adão e Eva de que podiam morrer caso comessem do fruto proibido (ver Gên. 2:16 e 17). Mas Satanás, na forma de uma serpente, disse a Eva: “Certamente não morrerão! Deus sabe que, no dia em que dele comerem, seus olhos se abrirão, e vocês, como Deus, serão conhecedores do bem e do mal” (Gên. 3:4 e 5). Eva duvidou da palavra de seu Criador e aceitou a palavra do tentador.
Desta forma, por meio de Adão e Eva o pecado entrou no mundo, e toda a humanidade caiu presa dele e de seus efeitos (ver Rom. 5:12). Por conseguinte, Satanás pretendia ser o senhor da Terra (ver Jó 1:7).
Jesus chamou-o de “príncipe deste mundo” (João 12:31), e Paulo rotulou-o como “O deus desta era” (II Cor. 4:4). Como príncipe e deus deste mundo, Satanás reivindicou a raça humana como lhe pertencendo. Mas Cristo veio a este mundo para reconquistar o mundo perdido.
O livro de Jó apresenta-nos as “Nações Unidas” cósmicas onde Adãos de diferentes mundos vêm para o concílio cósmico. Esses representantes vêm como líderes de um mundo. Cristo criou cada um desses mundos e cada Adão (ver João 1:1-3), também chamados de “filhos de Deus” (Jó 1:6). Cada um domina sobre seu mundo, assim como foi dado a Adão e a Eva o domínio deste mundo (ver Gên. 1:26). Mas Adão e Eva perderam sua posição que, devido ao pecado, foi usurpada por Satanás. Portanto, ele compareceu ao concílio. “Num dia em que os filhos de Deus vieram apresentar-se perante o Senhor, veio também Satanás entre eles” (Jó 1:6, ERAB).
No Concílio Cósmico, Cristo perguntou a Satanás: “Observaste a Meu servo Jó? Por que ninguém há na Terra semelhante a ele, homem íntegro e reto, temente a Deus, e que se desvia do mal” (Jó 1:8, ERAB). Esta é uma prova daquele que livremente seguia a Cristo, na controvérsia cósmica. O livro de Jó revela o drama dessas perguntas, e pode-se imaginar que os anjos e habitantes de todos os mundos observavam para ver se Jó permaneceria fiel a Cristo.
Cristo permitiu que Satanás matasse e destruísse sua família e seus bens (ver Jó 1:6-20). Em vez de blasfemar contra Deus, Jó “levantou-se, rasgou o manto e rapou a cabeça. Então prostrou-se rosto em terra, em adoração, e disse: Saí nu do ventre da minha mãe, e nu partirei. O Senhor o deu, o Senhor o levou; louvado seja o nome do Senhor. Em tudo isso Jó não pecou e não culpou a Deus de coisa alguma” (Jó 1:20-22).
Em outra reunião do concílio (ver Jó 2:1 e 2), Cristo perguntou novamente a Satanás a respeito de Jó. “Pele por pele!, respondeu Satanás. Um homem dará tudo o que tem por sua vida. Estende a Tua mão e fere a sua carne e os seus ossos, e com certeza ele Te amaldiçoará na Tua face” (Jó 2:4 e 5). Novamente Cristo permitiu que Satanás provasse Jó. “Saiu, pois, Satanás da presença do Senhor e afligiu Jó com feridas terríveis, da sola dos pés ao alto da cabeça” (Jó 2:7). Em meio a tudo isso Jó permaneceu fiel a Cristo e foi por Ele felicitado (ver Jó 42:7), sendo-lhe devolvida duas vezes mais a prosperidade que tinha antes (ver Jó 42:10).
Jó é um tipo de todos os que serão salvos. Cada um testemunha ao Universo a respeito da justiça de Deus. Paulo tinha uma compreensão clara a esse respeito. O propósito de Deus era que “mediante a igreja, a multiforme sabedoria de Deus se tornasse conhecida dos poderes e autoridades nas regiões celestiais, de acordo com o Seu eterno plano que Ele realizou em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Efés. 3:10 e 11).
Portanto, a visão mundial bíblica é muito mais do que salvação humana. Ela diz respeito à controvérsia cósmica da qual a salvação dos seres humanos é apenas uma parte. É fácil para os cristãos pensarem que tudo se centraliza na Terra e, em certo sentido, isso é verdade, porque aqui é o teatro no qual a controvérsia está se desenrolando. Mas o interesse no que acontece aqui não está confinado a este mundo e Céu.
A Escritura é clara quanto ao fato de que Cristo criou os mundos (aviw/naj – aionas, plural, Hebreus 1:2, era ou mundos,2 traduzido “mundos” na tradução inglesa King James e “Universo”, na Nova Versão Internacional). Estes e os anjos não caídos vêem, com grande interesse, o andamento do conflito cósmico na Terra.
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O Preparo

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Há entre nós, adventistas, certa tendência de nos preocuparmos de forma incorreta com respeito ao preparo para a volta de Jesus. Muitos se alarmam frequentemente com um ou outro acontecimento que tem lugar no mundo, ou com alguma propalada ameaça de leis dominicais, ou se o atual papa é o último, se a perseguição está iminente, etc. E quando aparece, então, algum novo pregador, ou pregadora, afirmando ter nova luz sobre profecias, ou novas interpretações sobre os sinais do fim do mundo, há sempre um grupo numeroso de irmãos que acorrem pressurosos para ouvir esses arautos de coisas sensacionais.
Não que necessariamente esses pregadores sejam desleais aos ensinos da igreja. Tanto eles, como os que se apressam a ouvi-los são, em geral, cristãos sinceros, mas que se tornam vítimas de interpretações equivocadas a respeito da vida cristã, das profecias, e do que consiste o preparo para a volta de Jesus. Geralmente reúnem textos isolados do Espírito de Profecia e da Bíblia, dando-lhes interpretações particulares, e acabam crendo firmemente em suas pretensas descobertas. E, como resultado, a religião de muitos vai se tornando fonte de incertezas e ansiedade. E então começam a se perguntar: E se Jesus vier hoje, estarei eu salvo? Terei alcançado pleno perdão de minhas faltas? Outros passam a fazer planos de ir morar em alguma localidade distante, escondida, pretensamente fora do alcance da perseguição; e outros, ainda, fazem do perfeccionismo, do ativismo, do naturismo, e de outros ismos mais, práticas meritórias ligadas à salvação.
Tempos especiais de provas virão, um dia, em cumprimento profético, mas em nada nos ajudará o anteciparmos esses tempos por desnecessárias preocupações, conforme adverte a própria Srª White no livro Mensagens Escolhidas, volume 2, p.13.
Sem dúvida, o anseio por estar preparado para a volta de Jesus é um sentimento natural do cristão fiel, mas, em que consistiria esse preparo? Seria em uma religião cheia de inquietações e temores? Eis uma declaração preciosa de Ellen White sobre essa questão: “A vida em Cristo é uma vida de descanso. Pode não haver êxtase de sentimento, mas deve existir uma constante, serena confiança. Vossa esperança não está em vós mesmos; está em Cristo.” – Caminho a Cristo, p. 60.
E no mesmo capítulo ela escreve: “Não devemos fazer de nós o centro, nutrindo ansiedade e temor quanto à nossa salvação. Tudo isto desvia a alma da Fonte de nosso poder … Ponde de parte a dúvida; despedi vossos temores.” – Ibidem, p. 61.
A promessa de Jesus é: “Vinde a Mim … e achareis descanso para a vossa alma.” – Mateus 11:28 e 29
Mas alguém poderá perguntar: E a obediência aos mandamentos, as boas obras, a participação na igreja, a vitória sobre o pecado e o mundanismo, não são fatores importantes na vida cristã? Claro que sim. Mas esses são frutos naturais de uma vida de comunhão com Deus, e não degraus para a salvação. Se já aceitamos verdadeiramente a Jesus como nosso Salvador e vivemos em comunhão com Ele, não haverá mais o que temer, nem quanto ao presente, nem quanto ao futuro. NEle, e com Ele, estaremos seguros. Portanto, se Jesus vier hoje, ou daqui a um ano, ou após a nossa morte, não importa. Nossa esperança está firmada nEle, e podemos dizer como o fez Paulo: “Já agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, reto juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos quantos amam a Sua vinda.” – 2 Timóteo 4:8.
          E, finalmente, se você deseja saber qual é o ponto mais importante da vida cristã, e que produz
firmeza espiritual, crescimento na graça e plena certeza da salvação, eu responderia com toda segurança, alicerçado nos ensinos sagrados: É o tempo diário dedicado à comunhão com Deus, pela leitura devocional da Bíblia e pela oração particular, a qual, no dizer de Ellen White, “é a alma da religião”. Se você ainda não tem essa prática devocional diária, experimente instituí-la em sua vida. Quinze minutos, meia hora, o tempo que você puder, e no horário que lhe for mais favorável. Você ficará surpreso com os resultados.
Na parábola da videira, Jesus nos ensina o segredo da vida cristã vitoriosa: “Permanecei em Mim, e Eu permanecerei em vós. … Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em Mim, e Eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem Mim nada podeis fazer.” – João 15: 4 e 5.
Com efeito, o ramo que estiver ligado à Videira nunca secará, nunca será lançado fora, nunca se perderá. Crê você nisso? É Jesus quem nos dá essa certeza!
Com razão escreveu Kent A. Hansen, consagrado autor evangélico: “No mais alto sentido a vida eterna é, essencialmente, questão de relacionamento com Deus, e não de atividades. Jesus declarou: ‘A vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste’ (João 17:3).” – RA, maio/2000.
Eis, pois, o que é a vida cristã genuína. É permanência em Cristo. É estar ligado à Cristo pela comunhão contínua. Esse é o verdadeiro preparo para a volta de Jesus. Sem temores vãos. Sem extremismos. Sem sensacionalismos. Em “constante e serena confiança”. E, então, poderemos cantar de todo o coração o belo hino: “Que segurança! Sou de Jesus!”

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      Folhetos para os membros da Igreja
      E-mail: terciosarli.edicoes@r7.com
      Fone: (19) 3241-0397
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quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Um remédio milagroso chamado perdão

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Não há qualquer dúvida. Perdão é o assunto chave quando se trata de relacionamento na Bíblia. É essencial para o nosso relacionamento com Deus, com os outros, e até mesmo em nosso interior. O perdão é essencial para o crescimento emocional e espiritual.

As Escrituras ensinam que a graça e a salvação são incondicionais. Isto é absolutamente verdadeiro no sentido de que não há uma maneira de ganhar a graça ou o amor de Deus; não há nada que possamos fazer para consegui-los; não há nenhuma condição de mérito que devamos satisfazer para recebê-los. Nossa salvação nos é dada gratuitamente, como uma dádiva do amor de Deus. Mas, quando lemos atentamente as Escrituras, descobrimos que antes de nos perdoar, Deus espera que perdoemos os outros. É como se Deus nos tivesse feito psicologicamente de uma maneira que não conseguiremos receber seu perdão a menos que perdoemos primeiro.

Em Lucas 6:37, Jesus afirma este princípio: “Perdoai e sereis perdoados”. Ou ainda como em algumas versões: “Soltai, e soltar-vos-ão”. Ele enfatiza isso mais de uma vez. Naquela que chamamos de oração do Senhor, Ele disse: “Perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores (Mateus 6:12). Alguns versículos adiante, Ele explica: “Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós. Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas” (versos 14 e 15).

… Mais de uma vez ouvimos a mensagem de que Jesus espera que estejamos dispostos a perdoar os outros, assim como Ele está disposto a nos perdoar. Isso… aponta para um princípio bíblico básico, emocional, psicológico e espiritual – se quisermos receber o perdão, estaremos pedindo que Deus infrinja Sua própria natureza moral. Estaremos pedindo que Ele infrinja princípios que Ele construiu em nós.
Se você achar difícil acreditar que o perdão é uma necessidade que Deus colocou em nós, olhe para o oposto do perdão – o ressentimento. Quando nos ressentimos de alguém, destruímos nosso relacionamento com essa pessoa, naturalmente. E também destruímos nossa saúde física. Qualquer médico lhe contará sobre doenças e problemas físicos que estão intimamente relacionados com o ressentimento. Ele literalmente abre buraco em nós, e é uma metáfora viva do que ele causa aos nossos relacionamentos.

As leis de Deus são uma parte fixa da existência. Elas estão nos nossos músculos, cérebros, personalidades e interações sociais. Sua lei maior, o amor, é o que trouxe ao mundo à existência, e o amor é alimentado pelo perdão. O oposto do amor é o ódio, e o ódio é alimento pelo ressentimento.

Assim, se estamos procurando o bem estar emocional, espiritual e físico, perdão é fator essencial.

Publicado em , por Amilton Menezes
http://novotempo.com/amiltonmenezes 
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terça-feira, 23 de outubro de 2012

Quem Está Frio: O Louvor ou O Cantor?

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Quantas vezes você já disse que os momentos de adoração musical na sua igreja têm uma temperatura que varia entre morno e frio? E quantas vezes você ouviu uma resposta rápida lhe dizendo que isso é “só falta de Jesus no coração do povo”?
De uma forma geral, a adoração precisa ser mais calorosa? Sim. O povo vai à igreja sem espírito de adoração? Também. Aliás, eleger a mornidão da adoração e da comunhão pessoal como únicas responsáveis nos leva a um beco sem saída: a adoração é fria por causa do povo ou o povo é frio por causa da música?
Respondo: nem a rigidez do serviço de louvor nem a frieza espiritual da congregação são “culpados” isoladamente por essa situação.
Mas a adoração pode estar sem vigor na sua igreja por causa da forma como o louvor está sendo conduzido.
Muitas vezes, as igrejas têm tentado tapar o sol da desorganização com a peneira do serviço de “cânticos”. E aí é um tal de “enquanto o culto não começa, vamos cantar o hino …”. É verdade que, às vezes, há uma emergência: o pregador não chegou a tempo, contaram errado o número de cadeiras na plataforma, a porta que dá acesso à plataforma emperrou,… Mas se todo culto tem uma emergência, das duas, uma: ou acabam com a emergência ou a emergência acaba com o culto.
As músicas escolhidas para a adoração coletiva da congregação às vezes são inadequadas. Estou falando tanto de hinos quanto de canções modernas. Pense nisso com sinceridade: por que tantos hinos do hinário ou da harpa não entusiasmam mais uma boa parcela da congregação? Você acha mesmo que é falta de comunhão do povo? De outro lado, será que algumas canções contemporâneas não estão inibindo o louvor porque falam um idioma litúrgico diferente?
Não precisamos abolir o hinário das igrejas. Embora nós o tenhamos abolido das mãos, já que o telão anda cumprindo o papel de “karaokê sacro”. Nossa época não é melhor do que outras épocas em nível de composição (se a nossa não for a pior).
No entanto, porque também não inserir junto com os tradicionais e belos hinos, uma música de um quarteto ou de um coral/grupo/solista? O regente pode levar um quarteto ou alguns solistas para cantar uma estrofe de uma música conhecida e apreciada pela maioria e depois dirigir a congregação a cantar o refrão. Muitas músicas do hinário apareceram primeiro na voz de cantores e grupos vocais. Hoje, isso pode ser feito com algumas músicas que reflitam a teologia da igreja também.
Nos momentos de adoração congregacional, o regente precisa escolher o repertório adequadamente. Não é hora de ensinar um hino pouco cantado. Se ele é pouco cantado, pode ser que ele seja pouco preferido.
Hinos vibrantes e outros solenes, alguns alegres e outros mais reverentes.O regente congregacional precisa pensar no que é melhor para a coletividade e não para a individualidade. E dependendo do repertório escolhido, um regente pode auxiliar na criação de uma atmosfera sadia de adoração e contentamento, mas também pode desanimar e constranger uma congregação.
Buscando soluções para melhorar o louvor da sua igreja? Sinto dizer que não existem soluções mágicas. O regente pode levar um repertório da maior excelência e apreciação do povo, mas se as pessoas não suspirarem por Deus como a corça suspira pelas correntes de águas, não há adoração. A música pode ser a mais contemporânea, mas se eu não me alegrar quando me dizem “Vamos a casa do Senhor”, não há adoração. O hino pode ser o mais tradicional, mas se eu não celebrar com júbilo nem servir com alegria, não há adoração.
Nosso louvor não existe para que Deus nos ame. Nós O louvamos porque Ele nos amou primeiro. Nossa adoração não serve para mostrarmos que somos bons. Nós O adoramos porque Ele é bom e a Sua misericórdia dura para sempre.

Joêzer Mendonça

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