Bem vindo ao blog da IASD Serrinha-BA

Fique por dentro dos eventos e projetos da Igreja Adventista do Sétimo dia no distrito de Serrinha, Bahia.


Smiley face

TV Novo Tempo

Dia Global do Jovem Adventista

Dia Global do Jovem Adventista

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Os Adventistas e a Política

Nenhum comentário:


Notícias sobre crises políticas e corrupções governamentais acabam polarizando a opinião pública dos países afetados. É curioso ver, de um lado, políticos questionáveis se fazendo de vítimas para continuar recebendo o apoio popular e, do outro lado, oposicionistas que aproveitando a situação para se autoproclamarem os únicos salvadores da pátria. A o mesmo tempo em que vários políticos tradicionais vão perdendo a credibilidade, algumas denominações evangélicas tem-se mobilizado politicamente, a ponte de montarem sua próprias bancadas em câmaras de vereadores, nas assembléias legislativas na Câmara dos Deputados e mesmo no Senado Federal, sob o pretexto de que os políticos evangélicos são mais honestos e confiáveis.
A crescente militância política evangélica tem suscitado algumas indagações importantes entre os próprios adventistas:
1ª) Deveriam os adventistas continuar politicamen­te passivos ou assumir uma postu­ra mais agressiva diante das crises governamentais?
2ª)Como a Igreja Adventista do Sétimo Dia encara a candidatura de alguns de seus membros a cargos políticos através de eleições públicas?
3ª) Que critérios devem ser usados na escolha dos candidatos em quem votar?
No capítulo “Nossa Atitude Quanto à Política” do livro Obreiros Evangélicos, págs. 391-396 (ver também Fundamentos da Educa­ção Cristã, págs. 475-484), podem ser encontradas importantes orientações sobre o não envolvi­mento de obreiros denominacio­nais em questões políticas. Já o pre­sente artigo menciona alguns con­ceitos básicos sobre a posição dos adventistas como cidadãos, candi­datos e eleitores políticos.
Organização apolítica 
Exis­tem pelo menos três princípios fundamentais que regem a posição da Igreja Adventista do Sétimo Dia sobre a política. Um deles é o prin­cípio da separação entre Igreja e Estado, levando cada uma dessas entidades a cumprir suas respecti­vas funções sem interferir nos ne­gócios da outra. A Igreja crê que só poderá preservar esse princípio por meio de uma postura denomi­nacional apolítica, não se posicio­nando nem a favor e nem contra quaisquer regimes ou partidos po­líticos. Essa postura deve caracteri­zar, não apenas a organização ad­ventista em todos os seus níveis, mas também todas as instituições por ela mantidas, todas as congre­gações adventistas locais, bem como todos os obreiros assalaria­dos pela organização.
A Igreja encontra nos ensinos de Cristo e dos apóstolos base sufi­ciente para evitar qualquer mili­tância política institucional. O cris­tianismo apostólico cumpria sua missão evangélica sob as estruturas opressoras do Império Romano sem se voltar contra elas. O pró­prio Cristo afirmou que o Seu rei­no “não é deste mundo” e que, por conseguinte, os Seus “ministros” não empunham bandeiras políti­cas (João 18:36). Qualquer com­promisso político ou partidário por parte da denominação dificultaria a pregação do “evangelho eterno” a todos os seres humanos indistinta­mente (Mat. 24:14; Apoc. 14:6).
Outro princípio fundamental é que o nível de justiça social de um país é diretamente proporcional ao nível de justiça individual de cada um dos seus cidadãos, e que esta justiça individual, por sua vez, deri­va do interior da própria pessoa. Reconhecendo as dimensões so­ciais do pecado, a Igreja apóia e mesmo participa de projetos so­ciais e educacionais que benefi­ciam a vida comunitária sem con­flitarem com os princípios bíblicos. Muitos desses projetos são levados a efeito em nome da ADRA – Agên­cia de Desenvolvimento e Recur­sos Assistenciais. No entanto, a Igreja não participa de quaisquer greves e passeatas de índole políti­ca e partidária que acabariam com prometendo sua postura apolítica.
A validade de uma perspectiva que parta do interior para o exte­rior do ser humano é destacada por Cristo ao afirmar que “de dentro, do coração dos homens, é que proce­dem os maus desígnios, a prostitui­ção, os furtos, os homicídios, os adultérios, a avareza, as malícias, o dolo, a lascívia, a inveja, a blasfêmia, a soberba, a loucura” (Mar. 7:21, 22). Conseqüentemente, a solução cabal para esses problemas não está na mera formulação de novas leis ou no ativismo revolucionário, e sim, na conversão interior do ser humano. Nas palavras de Cristo, “limpa primeiro o interior do copo, para que também o seu exterior fi­que limpo!” Mat. 23:26.
Um terceiro princípio funda­mental é que cada cristão adventista possui uma dupla cidadania ele é, acima de tudo, cidadão do reino de Deus e, em segundo plano, cidadão do país em que nasceu ou do qual obteve a cidadania. Conseqüente­mente, deve exercer sua cidadania terrestre com base nos princípios cristãos de respeito ao próximo. Mesmo desaprovando situações de injustiça e exploração social, a Igreja Adventista do Sétimo Dia procura se relacionar respeitosamente com o governo civil e os partidos políticos de cada país em que exerce suas ati­vidades, sem com isso comprometer os princípios bíblicos.
Que o cristianismo não isenta os cristãos dos seus deveres civis é evidente na ordem de Cristo: “Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.” Mar. 12: 17. O Novo Testamento apresenta várias orien­tações a respeito do dever cristão de honrar os governos civis como instituídos por Deus (ver Rom. 13:1-7; Tito 3:1 e 2; I Pedro 2:13­17). Somente quando tais governos obrigam seus súditos a transgredi­rem as leis divinas é que o cristão deve assumir a postura de que “an­tes, importa obedecer a Deus do que aos homens”: Atos 5:29.
Candidatos adventistas 
En­tre os direitos do cristão adventista no exercício de sua cidadania, está o de ocupar cargos políticos. O An­tigo Testamento menciona vários membros do povo de Deus que exerceram funções de grande pro­jeção no governo de importantes nações pagãs da época. Por exem­plo, José foi por muitos anos pri­meiro-ministro do Egito, a mais importante nação da época (Gên. 41:38-45). Colocado por Deus so­bre o trono daquele país (Gên. 45:7, 8), José se manteve “puro e imacu­lado na corte do rei”; e foi “um re­presentante de Cristo” aos egípcios (Medicina e Salvação, pág. 36; Pa­triarcas e Profetas, págs. 368-369). Daniel exerceu importantes cargos governamentais em Babilônia sob o reinado de Nabucodonosor, Bel­sazar, Dario e Ciro (Dan. 2:48, 49; 5:11, 12,29; 6:1-3, 28; 8:27). Com um apego incondicional aos prin­cípios divinos, Daniel e seus com­panheiros foram embaixadores do verdadeiro Deus na corte desses reis (ver Dan. caps. 1, 3 e 6).
A postura de José e Daniel nas cortes pagãs do Egito e de Babilônia, respectivamente, corrobora o fato de que é possível ser cristão sob governos não comprometidos com a religião bíblica. Mas o apri­sionamento de José (Gên. 39:7-23), o teste alimentar de Daniel e seus três companheiros (Dan. 1), a pas­sagem desses três companheiros na fornalha de fogo (Dan. 3) e a expe­riência de Daniel na cova dos leões (Dan. 6) comprovam que há um preço elevado a ser pago por aque­les que ocupam cargos públicos em ambientes hostis à verdadeira reli­gião. O exemplo do rei Salomão deixa claro que boas intenções ini­ciais (II Crôn. 1:1-13) podem ser corrompidas pela influência de ambientes vulgares (I Reis 11:1-15). Já a atitude do rei Ezequias para com a embaixada de Babilônia comprova que governantes temen­tes a Deus correm o risco de se or­gulharem de suas próprias conse­cuções (II Reis 20:12-19).
É interessante notarmos que José e Daniel foram nomeados para suas funções públicas pelos pró­prios monarcas da época. Mas hoje, na maioria das democracias modernas, as pessoas precisam se candidatar e concorrer a tais fun­ções em um processo bem mais competitivo. O fato de existirem políticos corruptos não significa que todo político seja corrupto. Embora a Igreja Adventista do Sé­timo Dia, normalmente, não enco­raje e nem desestimule a candida­tura política dos seus membros, ela também reconhece que a socieda­de contemporânea tem sido bene­ficiada pelo bom exemplo de al­guns políticos adventistas que con­correm honestamente a determi­nados cargos públicos e os exercem dignamente, sem comprometerem com isso os princípios bíblicos. A influência positiva de políticos ad­ventistas tem sido decisiva, em vá­rios países, para o estabelecimento de legislações que facilitem a ob­servância do sábado.
A Igreja espera que os adventis­tas que se candidatam a cargos po­líticos elegíveis sejam honestos em sua campanha e, se eleitos, tam­bém no exercício de suas funções políticas. Cada candidato deve conduzir o seu processo eleitoral-­político (1) sem assumir posturas ideológicas e partidárias contrárias aos princípios cristãos; (2) sem se valer de recursos financeiros ina­propriados; (3) sem prometer o que não possa cumprir; (4) sem de­negrir a reputação de outros candi­datos igualmente honestos; (5) sem se envolver com coligações não condizentes com a fé cristã-adven­tista; (6) sem jamais comprometer a observância do sábado em suas campanhas; e (7) sem minimizar seu compromisso pessoal com o estilo de vida adventista em coque­téis e confraternizações sociais.
Conheço igrejas locais que en­frentaram sérias desavenças inter­nas pelo fato de alguns dos seus membros se candidatarem a verea­dores por partidos rivais. É certo que os membros da igreja têm o di­reito, como cidadãos, de se candi­datarem e concorrerem a cargos elegíveis, bem como de procura­rem convencer outros a neles vota­rem. Mas nenhuma programação oficial de qualquer congregação ad­ventista deve ser usada como plata­forma política que comprometa a postura apolítica da denominação . Candidatos adventistas que usam eventualmente o púlpito devem pregar o evangelho, sem jamais fa­lar sobre política. Deus poderá abençoar ricamente os candidatos que exercerem honestamente sua cidadania, respeitando a posição apolítica da igreja e de seus obrei­ros, e promoverem a cordialidade e a unidade de nossas congregações.
Eleitores adventistas 
Os membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia devem reconhecer ser seu dever individual escolher cons­cientemente em quem votar. O princípio básico é sempre votar em candidatos cuja ideologia, crenças, estilo de vida e propostas políticas estejam mais próximos dos princí­pios adventistas . Entre os princí­pios mais importantes estão: (1) liber­dade religiosa, (2) separação entre Igreja e Estado, (3) observância do sá­bado, (4) conduta moral, (5) temperança cristã, (6) apoio ao sistema educacio­nal privado mantido pela Igreja, e a (6) tentativa de melhorar a qualidade de vida das classes moral e econo­micamente desfavorecidas. A posi­ção da Igreja Adventista do Sétimo Dia sobre algumas dessas questões é enunciada no livro Declarações da Igreja (Tatuí, SP: CPB, 2003).
Ellen White adverte contra votar em candidatos sem compromisso com a liberdade religiosa: “Não po­demos, com segurança, votar por partidos políticos; pois não sabe­mos em quem votamos. Não pode­mos, com segurança, tomar parte em nenhum plano político. Não podemos trabalhar para agradar a homens que irão empregar sua in­fluência para reprimir a liberdade religiosa, e pôr em execução medi­das opressivas para levar ou com­pelir seus semelhantes a observar o domingo como sábado. O primeiro dia da semana não é um dia para ser reverenciado. É um falso sábado, e os membros da família do Senhor não podem ter parte com os ho­mens que o exaltam, e violam a lei de Deus, pisando Seu sábado. O povo de Deus não deve votar para colocar tais homens em cargos ofi­ciais; pois assim fazendo, são parti­cipantes nos pecados que eles co­metem enquanto investidos desses cargos:’ – Fundamentos da Educa­ção Cristã, pág. 475.
Um dos maiores problemas na escolha de candidatos é a teoria de que “os fins justificam os meios”: Se determinado candidato, mesmo sem compromisso com os princí­pios acima mencionados, promete beneficiar financeira ou politica­mente a Igreja, alguns líderes jul­gam pertinente apoiar tal candida­to em troca desses favores. Mas esse tipo de barganha política ja­mais deveria ser tolerado nos meios adventistas. Acima de quais­quer benefícios coletivos ou indivi­duais, deve estar o compromisso com os princípios adventistas.
Outro aspecto de especial inte­resse para os eleitores adventistas é a votação ou não em candidatos adventistas. Alguns crêem equi­vocadamente que, votando em candidatos adventistas, estariam ao mesmo tempo promovendo a liberdade religiosa e postergando os eventos finais. Mas é dever de todo o cristão-adventista exercer sua influência em favor da liberda­de religiosa (Mensagens Escolhi­das, vol. 2, pág. 375; Testemunhos para Ministros, págs. 200-203), contribuir positivamente para a fi­nalização da pregação do evange­lho (Mat. 24:14; 28:18-20), e dei­xar os eventos finais por conta de Deus (Atos 1:6-8).
Como membros do corpo de Cristo (I Cor. 12:12-31), deveríamos acabar com a falsa teoria de que “adventista não deve votar em adventista”: Essa teoria só é aplicá­vel a candidatos que não vivem uma vida condizente com os prin­cípios adventistas ou cuja candida­tura visa apenas a obter benefícios pessoais, sem uma proposta políti­ca adequada. Mas, por outro lado, se os candidatos adventistas são os que mais próximo se encontram dos princípios que sustentamos e se eles possuem boa proposta polí­tica, então, não existe qualquer jus­tificativa plausível para se descar­tar tais candidatos simplesmente por serem adventistas.
Deveria ser considerada tam­bém a questão das eleições no sá­bado em países onde a votação é obrigatória. Este assunto foi trata­do por Mário Veloso em seu artigo “Os adventistas e a eleição no sába­do”; Revista Adventista (Brasil), ju­lho de 1986, págs. 19-20. Embora a Igreja Adventista do Sétimo Dia não discipline os membros que, por iniciativa pessoal, votem du­rante as horas do sábado, a reco­mendação é que isso seja evitado. O referido artigo foi escrito como um apelo aos políticos brasileiros para que houvesse um “prolonga­mento das horas para o exercício do voto, de tal maneira que os ad­ventistas possam votar depois do pór-do-sol do sábado”: A declara­ção de que Ellen White votaria até mesmo “no sábado” diz respeito à causa da temperança, ou seja, à lei seca de proibição da venda de bebi­das alcoólicas, em Des Moines, Iowa, em 1881 (ver Arthur L. Whi­te, Ellen G. White, vol. 3, págs. 158-­161). Mas essa declaração não pro­vê qualquer endosso a votação po­lítica em dia de sábado.
Conclusão 
A Igreja Adventista do Sétimo Dia sempre manteve uma posição oficial apolítica de não se posicionar a favor ou contra qualquer regime ou partido políti­co. Essa posição é mantida em to­dos os níveis organizacionais e ins­titucionais da denominação, inclu­sive em suas congregações locais. Os obreiros assalariados pela de­nominação devem manter a mes­ma postura. Conseqüentemente, nenhum púlpito adventista e ne­nhuma reunião promovida oficial­mente pela denominação jamais deveria desfraldar qualquer ban­deira política. Ele é um lugar onde o evangelho eterno deve ser pro­clamado com o propósito de con­duzir à salvação em Cristo pessoas de todas as etnias e de todos os partidos políticos, sem preferên­cias e discriminações.
Por contraste, a Igreja faculta aos seus membros o direito indivi­dual de exercer sua cidadania, in­clusive a de se candidatar a cargos políticos e de exercê-los dignamen­te. Tanto no processo eleitoral como no exercício da função, espe­ra-se que cada adventista engajado em tais atividades mantenha uma postura digna de verdadeiro cris­tão adventista. Todos os políticos adventistas deveriam considerar a José e Daniel como seus modelos políticos. Deveriam sentir ser seu dever zelar pessoal e publicamente pela liberdade religiosa e pelos princípios cristãos em um mundo carente dos valores absolutos da verdadeira religião bíblica.
Todos os membros da igreja de­veriam votar conscientemente nos candidatos que melhor refletem os ideais adventistas. A escolha dos candidatos não deveria ser tanto por partido político, mas pela ideologia e os valores pessoais de cada um. Candidatos adventistas não deveriam ser discriminados simplesmente por serem adventis­tas, exceto se não demonstram uma conduta digna ou não pos­suam um plano de governo ade­quado. O voto de cada adventista deveria ser um testemunho autên­tico a favor da liberdade religiosa que facilite o cumprimento da missão adventista nestes dias finais da história humana.

Dr.Alberto Timm

Continue lendo...

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Especialista conclui que religiosidade influencia longevidade

Nenhum comentário:
Qui, 11 de Outubro de 2012 09:58

Koenig:Brasília, DF ... [ASN] Estudos avançados mostram que a religiosidade possui notória influência sobre a longevidade e mesmo qualidade de vida humana. Nesta última semana, a revista Veja, uma das principais semanais brasileiras, apresentou entrevista com o psiquiatra e professor da Universidade Duke, na Carolina do Norte (EUA), Harold Koenig. O médico será um dos palestrantes das Jornadas Internacionais de Bem-Estar Emocional, Espiritual e Saúde, que acontecem em agosto de 2013 em Buenos Aires, na Argentina. Autor do livro Medicina, Religião e Saúde – O Encontro da Ciência e da Espiritualidade, Koenig disse à revista que a religiosidade aumenta a sobrevida das pessoas em até 35%. Confira alguns trechos da entrevista concedida à jornalista Fernanda Allegretti.
Como o senhor chegou à conclusão de que a religiosidade aumenta a sobrevida das pessoas em até 29%?
Há uma relação significativa entre frequência da prática religiosa e longevidade. Acredito que o impacto na sobrevida seja até maior, algo em tomo de 35%. Três fatores influenciam a saúde de quem pratica uma religião. O primeiro são as crenças e o significado que essas crenças atribuem à vida. Elas orientam as decisões diárias e até as facilitam, o que contribui para reduzir o stress. O segundo fator está relacionado ao apoio social. As pessoas devotadas convivem em comunidades com indivíduos que acreditam nas mesmas coisas e oferecem suporte emocional e, às vezes, até financeiro. O terceiro fator é o impacto que a religião tem na adoção de hábitos saudáveis. Tanto os mandamentos religiosos quanto a vida em comunidade estimulam a boa saúde. Os religiosos tendem a ingerir menos álcool, porque circulam em um meio onde ele é mais escasso e com pessoas que bebem menos. Eles também têm inclinação a não fumar. É menos provável que adotem um comportamento sexual de risco, tendo múltiplos parceiros ou parceiros fora do casamento. Tudo isso influencia a saúde e faz com que vivam mais e sejam mais saudáveis.
Quem se torna religioso tardiamente também se beneficia?
Quem se toma religioso numa idade mais madura também se beneficia, especialmente dos aspectos psicológicos e sociais. A vida passa a ter mais sentido, a pessoa ganha apoio da comunidade, esperança e interlocutores afinados com o seu jeito de ver o mundo. A consequência é a melhora da qualidade de vida. A saúde física, no entanto, não será tão influenciada porque não dá para apagar os anos de maus hábitos e os estragos feitos pelo excesso de stress.
Ter fé não é o mesmo que seguir uma religião. Do ponto de vista dos benefícios, isso também faz diferença?
Não adianta só dizer que é espiritualizado e não fazer nada. É preciso ser comprometido com a religião para gozar seus benefícios. É preciso acordar cedo para ir aos cultos, fazer parte de uma comunidade, expressar sua fé em casa, por meio de orações ou do estudo das escrituras. As crenças religiosas precisam influenciar sua vida para que elas influenciem também sua saúde.
Como as diferentes religiões se comparam nesse efeito positivo sobre a saúde e a longevidade que o senhor detectou?
Não há estudos confiáveis comparando as religiões. Até porque as mesmas religiões se desenvolvem em ambientes completamente diferentes e são influenciadas por esses ambientes. Um credo cujos benefícios são óbvios no Brasil pode não ter o mesmo efeito positivo sobre as pessoas nos países árabes.
Algumas enfermidades respondem melhor à prática religiosa do que outras?
As doenças relacionadas ao stress, como as disfunções cardiovasculares e a hipertensão, parecem ser mais reativas a uma disposição mental de cunho religioso. O stress influencia as funções fisiológicas de maneira já muito conhecida e tem impacto em três sistemas ligados à defesa do organismo: o imunológico, o endócrino e o cardiovascular. Se esses sistemas não funcionam bem. Ficamos doentes. A religiosidade põe o paciente em outro patamar de tratamento. Pacientes infartados que são religiosos, por exemplo, têm menos complicações após a cirurgia, ficam menos tempo internados e, claro, pagam contas hospitalares mais baixas.
O senhor diz que quem vê Deus como uma entidade distante e punitiva tem menos benefícios para a saúde do que quem o vê como um ser compreensivo e que perdoa. Por quê?
A religião pode virar uma fonte de stress se aumentar o sentimento de culpa ou gerar um mal-estar na pessoa por ela não conseguir cumprir com o que a doutrina considera que são suas obrigações religiosas. Não existem pesquisas que constatem isso, mas certamente um Deus punitivo, que vigia e condena seus erros, vai elevar esse stress. Por isso, acho que faz bastante diferença acreditar em um Deus amoroso e misericordioso.

[Equipe ASN, Felipe Lemos, com informações do blog Criacionismo]
Continue lendo...

Família é batizada após envio de e-mail à Novo Tempo

Nenhum comentário:

Ter, 16 de Outubro de 2012 17:11





Curitiba, Paraná ... [ASN] Um e-mail com um pedido desesperado chegou à Escola Bíblica, departamento da TV Novo Tempo que atende as pessoas que assistem a emissora, no dia 25 de setembro. Nele, Edisângela de França Schutzer, colocou como assunto: “me ajudem, socorro!!!”.
Edisângela contava a história de A família Schutzer acompanha a TV Novo Tempo em Curitiba através do canal 35  - Crédito: Márcio Vivan desespero ao ver a sua mãe, Maria José de França, ser internada na UTI de um hospital em Campina Grande, no estado da Paraíba. Edilaine diz que não sabe orar, que não acredita mais em milagres, mas que necessita de uma visita pastoral.
No mesmo dia, Débora Ribeiro, colaboradora da Escola Bíblica, entrou em contato com o pastor Márcio Vivan, do distrito de Alto Boqueirão, pedindo para que visitasse a família.
Quando chegou lá, no dia 26, o pastor encontrou a Edisângela chorando muito, o marido Valdemar e o filho. Ela contou que havia procurado um pastor de outra denominação, e ele disse que deveria se acostumar com a possibilidade de morte da mãe e que nem todos os doentes eram curados por Deus. Imediatamente o pastor disse que se havia vida havia chances e que oraria a Deus para que a mãe dela fosse curada.
No dia seguinte, o pastor Vivan seguiu para o Retiro de Pastores, quando o grupo ministerial da Associação Sul Paranaense orou pela família. De volta a Curitiba, o pastor Vivan decidiu visitar a família, no dia 3 de outubro, desta vez acompanhado pelo obreiro bíblico Valdecir.
Na chegada, o semblante de Edisângela já era outro e ela disse que havia uma coisa muito boa para contar. Ela explicou que, após a saída do pastor, recebeu o telefonema da irmã chamada Edilaine informando que a mãe acabara de abrir os olhos pedindo comida. “Os médicos disseram que isto era um ótimo indício e no dia seguinte a minha mãe teve alta hospitalar”, relembrou emocionada.
Em uma conversa mais aprofundada sobre a Bíblia, o pastor e o obreiro perceberam que o casal era conhecedor das doutrinas adventistas, já que tinham como programas preferidos o Arena do Futuro e Na Mira da Verdade. Eles disseram sim ao apelo do batismo, com um pedido de que a cerimônia fosse logo, já que não havia mais motivos para esperar.
Nova vida - No dia 6 de outubro, a Igreja Adventista do Parque das Árvores, em Curitiba, foi mobilizada para realizar uma bonita programação, no dia mais especial da família Schutzer. Crianças vestidas de anjo receberam os mais novos adventistas, que estão frequentando regularmente os cultos da igreja.
Antes mesmo de ser atendida pelo pastor, a família de Edilaine já havia decidido voltar a morar em Campina Grande, e a viagem está marcada para o dia 18 de outubro. Uma festa de despedida está sendo organizada pelos membros, com a indicação de todas as igrejas da capital paraibana, a fim de que eles possam tornar-se membros.
“Eles haviam deixado para procurar uma igreja na Paraíba, mas foram alcançados com a mensagem do amor aqui, e isto marcou a vida deles”, conclui o pastor.

[Equipe ASN, Francis Matos]

Continue lendo...

Presidente da Igreja Adventista Pr. Ted Wilson apela para a renovada missão médica em cidades

Nenhum comentário:

Pr. Ted N. C. Wilson, apresenta o sermão de sábado durante     o Concílio Anual em 13 de outubro. [fotos: Ansel Oliver]




Out. 13, 2012 Silver Spring, Maryland, United States
Edwin Manuel Garcia


Falando para um auditório lotado na sede da Associação Geral durante o culto matinal de sábado (13/10), no Concílio Anual de 2012, o presidente mundial da Igreja Adventista do Sétimo Dia Pr. Ted N. C. Wilson instou os líderes mundiais da Igreja a concentrarem seus esforços de evangelismo no Ministério da Saúde, instando-os, ao mesmo tempo, a ajudar a denominação a permanecer unida nos momentos difíceis.
Ele citou o livro de Mateus, bem como os escritos da co-fundadora da Igreja, Ellen G. White, ao afirmar que o trabalho médico-missionário e a reforma de saúde são uma “parte integrante da missão para as cidades”, e que há uma “grande necessidade de unidade altruísta em Cristo” a fim de ser proclamada a mensagem dos três anjos.O seu sermão – “Nunca duvide, Deus está no controle” — veio no fim da semana de abertura do Concílio Anual, onde centenas de líderes mundiais, presidentes de União, delegados leigos e outros convergiram para a sede denominacional em Silver Spring, Maryland, EUA,
a fim de participar por vários dias nas sessões de trabalho da Comissão Executiva.
O enfoque renovado sobre o ministério da saúde, a ser lançado na área metropolitana de Nova York, em 2013, é um grande esforço para evangelizar principalmente comunidades grandes.
“Em cada cidade, adventistas do sétimo dia devem ministrar às pessoas não só em suas igrejas locais, mas também a partir de centros de influência, tais como clínicas de saúde, restaurantes vegetarianos, salas de leitura, centros de aconselhamento e centros de serviços à comunidade”, disse Wilson.
Esse trabalho, segundo ele, requererá o envolvimento de membros leigos, bem como um esforço organizado por ministérios denominacionais estabelecidos como Serviços Comunitários Adventistas, a Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais, Rádio Mundial Adventista, Canal Hope e livrarias adventistas.
O esforço evangelístico deve alcançar 650 das maiores cidades do mundo até 2015.
A mensagem de Wilson se baseou fortemente em Mateus 14 – a alimentação da multidão – para destacar a sua ênfase na unidade – uma palavra que ele pronunciou dezenas de vezes fazendo referência à posição desconfortável em que a Igreja se viu devido a opiniões divergentes quanto ao papel das mulheres no ministério.
Embora Wilson tenha declarado que a Igreja a nível mundial deve cumprir as praxes atuais da Associação Geral, em duas assembleias de União na América do Norte houve autorização para ordenar mulheres como ministros, havendo nisso rejeição do princípio de co-decisão sobre um assunto que normalmente seria decidido em reunião administrativa da Igreja a nível mundial, realizada a cada cinco anos. A Igreja está, no momento, envolvida globalmente num estudo da prática de ordenação, e um relatório será entregue em 2014.

O Concílio Anual esta semana tem autoridade para responder às ações das duas Uniões, que Wilson já declarou anteriormente ser uma ameaça à integridade organizacional da Igreja.
Wilson, em seu sermão, que foi transmitido pelo Canal Hope, repetidamente reconheceu ser fundamental para a Igreja permanecer unida.
“É a palavra do Deus vivo que deve decidir todas as controvérsias”, disse Wilson, citando materiais de Ellen White de 1888. “É quando os homens misturam a sua própria inteligência humana com as palavras de Deus de verdade, lançando golpes agudos contra aqueles que estão em controvérsia com eles, que mostram que não têm sagrado respeito para com a palavra inspirada de Deus”.
Ele acrescentou: “Eu falo para mim mesmo, bem como para todos os demais, que, em qualquer discussão que haja, devemos sempre dizer as coisas num espírito semelhante ao de Cristo e com respeito, permitindo que a Palavra de Deus decida todas as controvérsias”.
Ele concluiu o sermão pedindo à congregação de 700 participantes para dar-se as mãos para orar e cantar o hino, “Nós temos esta esperança”.

Editado por Fábio de Castro Ferreira (fabiodeps@gmail.com) 17/10/2012
Continue lendo...

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Como o Senhor pode me guiar

Nenhum comentário:

Os passos de um homem bom são dirigidos por Deus. Ele Se deleita em cada detalhe de sua vida. Salmo 37:23, Nova Bíblia Viva
Você foi dormir na noite anterior sabendo que no dia seguinte teria que resolver um problema que o está afligindo, na esperança de que, ao acordar, num lampejo, num clarão ou num flash, um anúncio luminoso aparecesse dizendo o que você devia fazer. Mas, de manhã cedo, nenhuma nova luz, nenhum insight ou sinal especial. Nessas circunstâncias, gostaríamos que ao sair de casa houvesse dentro de nós uma bússola, um GPS especial, ou uma voz interna dizendo exatamente que caminho tomar e as respostas às nossas inquietações.
Saímos com a esperança de que alguma coisa nos fará ver o que fazer. Vamos esperar em nossa intuição para ter uma resposta de Deus?
Deus não nos deixa sozinhos nessa situação. Ele vê tudo e está ansioso para nos ajudar, e o faz de diversas maneiras.
1. Na Bíblia, Deus nos deixou inúmeras promessas. “Eu lhe ensinarei o caminho por onde você deve ir” (Sl 32:8, NTLH); “Eu sou o Senhor, o seu Deus, que lhe ensina o que é melhor para você” (Is 48:17).
2. Amigos. Outra “agência” que Deus põe à nossa disposição são os amigos. Já se foi o tempo do ranger, do cowboy solitário que enfrentava a tudo e a todos, e resolvia todos os problemas sozinho. Precisamos de um grupo de apoio, amigos que possam nos aconselhar a tomar o melhor caminho. Aí você vai descobrir como uma luz se acende, e ficará imbuído de nova força e confiança. O próprio Jesus, naquele momento decisivo e pesado, no Jardim do Getsêmani, procurou apoio dos amigos, pedindo que orassem por Ele.
3. Os anjos. “Ao se levantarem pela manhã, acaso experimentam o senso de sua incapacidade, sua necessidade de forças vindas de Deus? [...] Se assim for, os anjos anotam-lhes as orações, e se as mesmas não partiram de lábios fingidos, quando estiverem em risco de errar inconscientemente, de exercer uma influência que leve outro a errar, seu anjo da guarda estará ao seu lado, impulsionando-os a seguir melhor direção, escolhendo as palavras para proferirem e influenciando-lhes as ações” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 3, p. 363, 364).
Deus, em Sua bondade como Pai, condescende conosco para nos guiar, e está interessado em cada momento da nossa vida.
“‘Porque sou Eu que conheço os planos que tenho para vocês’, diz o Senhor, ‘planos de fazê-los prosperar, [...] de dar-lhes esperança e um futuro” (Jr 29:11).

José Maria Barbosa é pastor
Continue lendo...

Saiba mais sobre as causas e como evitar as espinhas

Nenhum comentário:
"O coração alegre é bom remédio, mas o espírito abatido faz secar os ossos". Provérbios 17:22

O que é acne?
A acne (ou espinha) é uma patologia do chamado folículo pilo-sebáceo (unidade da pele formada por um pêlo e por uma glândula sebácea). "Ela se dá pelo aumento de secreção de sebo pelas glândulas sebáceas, ao mesmo tempo em que acontece o acúmulo de células mortas no orifício do folículo polissebático, entupindo o poro da pele", explica a dermatologista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Solange Teixeira. Este processo dificulta a saída de sebo pelos poros e aí, com o acúmulo de sebo, são liberadas algumas substâncias que irritam a pele, causando inflamação.

Qual a diferença entre cravos e espinhas?
Espinha é quando acontece a inflamação na pele, diferente do cravo, que é como uma "bomba em repouso", segundo a doutora, pois ele tampa a saída dessa secreção. Se o acúmulo de sebo for muito intenso ou se a pessoa "mexer" no cravo, ele pode inflamar e se transformar em uma espinha.
Por que adolescentes têm muita acne?
As espinhas só nascem, ou seja, as glândulas sebáceas só produzem secreção, quando os hormônios sexuais entram em ação. E isso acontece na adolescência, quando estes hormônios (principalmente os masculino, como o andrógeno e derivados da testosterona) começam a ser produzidos pelo organismo. A genética também influencia: se os pais tiveram espinhas na adolescência, as chances do filho ter também é de 50%.
Pílula anticoncepcional causa o surgimento da acne?

Nem todas, depende da composição de cada uma. De acordo com Solange, algumas pílulas até melhoram a pele das meninas. São as que têm substâncias anti-androgênicas, que inibem os hormônios masculinos (mas que as garotas também têm), que são os que fazem as glândulas sebáceas trabalharem, deixando a pele mais oleosa (ou seja, facilitando o surgimento das espinhas). As que não têm essas substâncias anti-androgênicas colaboram para o aumento de espinhas, sim.
Chocolate dá espinha?
Não, uma coisa não tem relação com a outra. Ás vezes, o tipo de alimentação que a pessoa têm (com alimentos gordurosos) pode influenciar na qualidade da gordura da secreção que forma a acne, mas não influencia na quantidade de espinhas.
Espremer espinha pode gerar problemas?

Sim, pois não há como saber se você tirou toda a secreção do orifício. "Se ficar uma parte, ela pode ser empurrada mais para dentro da pele, o que aumenta as chances de deixar marcas e cicatrizes na pele difíceis de tirar", alerta Solange.
Pasta de dente ajuda a combater as espinhas?
"Não. Esse produto tem substâncias que absorvem a gordura e ajudam a 'secar' a espinha, mas não deve ser usado para tratar a acne", explica Solange. Segundo ela, ele não deixa sua pele mais limpa e funciona apenas para "apagar o fogo do incêndio".
Adstringentes ajudam ou atrapalham o surgimento da acne?
Produtos adstringentes ajudam a limpar a pele, mas um pouco de oleosidade é importante para protegê-la da poluição. "Algumas pessoas acham que a pele é mais oleosa do que realmente é e acabam extrapolando o uso de adstringentes", afirma Solange. Nestes casos, a pele fica muito seca e o próprio organismo identifica a necessidade de produzir mais secreção para lubrificar a pele.
E qual é o tratamento adequado?
O ideal é lavar o rosto pela manhã e à noite, de preferência evitando água quente. A dermatologista alerta para o uso de hidratantes adequados para o seu tipo de pele. Fazer esfoliação é bom, mas não em excesso. "Duas vezes por semana é o ideal, mas cuidado: quando tem muitas espinhas, é melhor não fazer, pois pode irritar e estourar, inflamando ainda mais a pele", explica.

Se o caso for mais grave, não deixe de procurar um dermatologista.

DÉBORA COSTA E SILVA
* Fonte: http://jovem.uol.com.br

Continue lendo...

Aeroporto de Guarulhos é o primeiro do Brasil com capelania Adventista

Nenhum comentário:
Guarulhos, SP…[ASN] O Aeroporto Internacional de Guarulhos tem cerca de 30 mil funcionários. Calcula-se que 80 mil pessoas passem pelo local todos os dias. Devido ao grande número de viajantes que passa no local, em 1987 a administração do aeroporto resolveu criar uma capela para orações. Começou com missas católicas. O projeto cresceu e, hoje várias denominações utilizam o ambiente. No último dia 24 de maio, foi realizada a primeira programação da Igreja Adventista na sala.
No inicio do mês de março, foram feitos os primeiros contatos oficiais, com os representantes da Infraero, no qual ficou decidido que a igreja Adventista ocuparia três horários por semana. Segunda-feira das 16h10 às 19h50, quinta-feira das 16h10 às 19h50 e aos sábados das 16h10 as 17h50. As atividades têm total apoio da Associação Paulista do Vale (APV), e conta com a participação dos pastores da cidade de Guarulhos. Um material exclusivo foi desenvolvido em forma de passaporte, e é entregue juntamente com um livro ‘A Grande Esperança’.
O coordenador do projeto, pastor Heber Mascarenhas, conta que existe um grande potencial a ser explorado nesse trabalho. “O movimento de pessoas é intenso”, destaca. “Certamente o Espírito do Senhor nos ensinará os melhores métodos para levar a mensagem de esperança naquele movimentado aeroporto”, afirma Mascarenhas. Segundo os cálculos da Infraero entre 5 a 6 milhões de pessoas circulam anualmente pelo corredor principal do Aeroporto de Guarulhos, onde a sala está situada.
Perto da capela encontram-se cartazes indicando a sala de oração. Com o chamado “Este é um lugar de esperança, seja bem-vindo!” os viajantes são convidados para entrar e retirar o passaporte da esperança. Parecido com o tradicional passaporte necessário para viagens internacionais, tem em sua capa, a frase: “Republica Federativa da Esperança”. Dentro do material uma breve sinopse personalizada sobre o livro distribuído. “A Grande Esperança (com tiragem superior a 160 milhões de cópias no mundo), um livro que expressa no contexto da existência humana, o desejo de todo viajante: Chegar ao destino final com segurança!”.
Um dos pastores participantes do projeto Rodrigo Cerencovich salienta ser essa uma oportunidade para abrir as vitrines da igreja Adventista no aeroporto. “São pessoas de todos os estados e países que passam por ali, e têm a oportunidade de nos conhecer e eventualmente contatar-nos”, destacou Cerencovich, contando que nestes primeiros contatos com as atividades, alguns testemunhos já foram relatados. Um deles foi de um viajante da Bahia que se identificou como adventista. Ele viajava com duas senhoras, e uma delas já havia lido o livro ‘A Grande Esperança’, e estava agora, à procura de estudos bíblicos. “Ao verem nossa igreja integrada numa missão organizada nos mais diversos lugares, isso deve trazer um impacto muito positivo a nosso respeito”, reflete o pastor.
O coordenador do projeto lembra que existem capelães adventistas atuando em aeroportos de alguns países, mas ainda não ouviu nada sobre atividades adventistas em capelas ecumênicas dentro de aeroportos. “É um trabalho novo, diferente de tudo o que já experimentei em meu ministério”, conta. Sendo que a Sala pertence à Infraero, é preciso atuar com prudência, porque a concessão dos horários, em caso de queixas pode ser retirada.
“O local aparenta ser de oração e não de culto, embora outras igrejas façam cerimônias por lá”, conta o pastor Felipe Feitosa.  As pessoas que por ali passam demonstram ter fé, as crenças são diversas, alguns fazem sinal da cruz, outros falam com Deus de olhos abertos e falam de tal forma, que para quem fica olhando acredita que tem alguém do lado deles.
Feitosa relembra de um fato especial, que sem saber o jeito certo de abordar, viu uma senhora entrando na capela e disse: “Pode pegar o seu livro, é especialmente para você. Ela abriu e ficou lendo”. A mulher perguntou de onde ele era, e começou a falar o motivo de estar ali. Contou que encontrou uma senhora no banheiro do aeroporto que comentou com ela que um parente havia sido assassinado e ela ficou muito comovida com a notícia mesmo sem conhecer aquela que lhe contava história. E no final da conversa, a senhora enlutada pediu que ela orasse a Deus para confortar, e por esse motivo foi até a sala de oração. O pastor orou com ela, e a mesma disse que passaria a frequentar todos os dias aquele local. “Deus dirige tudo”, afirma o pastor.
A sala tem capacidade para 40 pessoas. Fica no piso de embarque, no corredor de interligação entre os terminais de passageiros 1 e 2. Para quem quiser entrar em contato foi criado um e-mailcapelania.aeroporto@esperanca.com.br . [Equipe ASN, Rafael Brondani]
Continue lendo...